Certa vez alguém me disse que o que começa errado, tende a acabar errado.
Eu, mais-que-rápido, disse: - Não é bem assim!
Argumentei dizendo que a beleza da vida se esconde exatamente nisso, a capacidade de lapidar o errado, enche-lo de tão intensa luz, carinho e amor que no decorrer da jornada, assim como substâncias químicas quando agrupadas e submetidas à quantidade de energia necessária, transmutassem a uma forma diferente e esplendorosa. Caso essa união não resultasse no produto esperado, a matemática nos assegura constantes não mudam, não existe nem (errado)² e nem (errado/2). Em minha maneira primária de operar, o resultado menos gratificante seria igual ao valor principal.
Assim segui, utilizando essa hipótese errônea por algum tempo. Dividindo sem medo de dividir, somando e diminuindo como se no fim não houvesse perdas, mas esqueci de um detalhe básico, ao contrario das constantes, as energias se consomem, e infelizmente elas nem sempre são renováveis ou inesgotáveis.
Muito tempo passou até que eu percebesse tal efeito, somente quando precisei vi que a energia que me acompanhava estava quase se esgotando, então vi que já não podia transformar um metal barato no mais puro ouro como fazia. Percebi também que o errado realmente não mudou, mas eu havia mudado. Tantas divisões, radiciações e, por vezes, até operações com números imaginários haviam me transformado em um algarismo já não tão operável, temente de seu inverso e de sua proximidade a origem dos reais.
Isso acabou por me fazer mudar de ponto de vista. Hoje embora ainda não desacredite totalmente de minha teoria, não acho que valha a pena gastar energia em cima de algo que não temos certeza absoluta que sofrerá mutação, existem coisas melhores pra energizar e lugares melhores pra despejar os sentimentos que carregamos.
Quanto a minha perda de casas decimais, não foi de todo ruim. Hoje sou número primo, aceito somas, multiplicações agregações de valores, se for o caso até mesmo uma subtração que me leve a meu operador primário. Porém divisão aceito por 1, único número que me preserva a essência, alem dele. Só me divido por mim!
*Ício*
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A Janta
Esta, talvez tenha sido a janta mais estranha de todas as que já tivemos...
Já tivemos jantas com acontecimento indescritíveis
já tivemos jantas com revelações incríveis
já tivemos jantas só para relembrar antigas jantas
Mas essa foi diferente...
Não nos prendemos no passado, algo que de certa forma é bom
mas também não idelizamos um futuro juntos...
Todos os comentários eram de um futuro intrigante
onde não estávamos incluídos um no futuro dos outros
Estranho ver uma falando de uma nova perspectiva fora do brasil
Outra falando tão feliz sobre como seu atual relacionamento, de como acha que agora tudo vai se ajeitar.
Um falando de sua virada na vida, novo emprego, nova vida
e outro falando do início de um possível novo relacionamento
Talvez pela primeira vez em 20 anos, sem ligação entre as diferentes coisas
Mas no final de tudo, por mais que fisicamente estivéssemos em quatro
todos seguiam sentindo o mesmo... eram seis naquela mesa
seis pessoas que passaram juntos por 20 anos de vida
vivendo tudo de bom e tudo de ruim que a vida nos trouxe... juntos
amigos que não se encontram em qualquer esquina
Todo esse ar de despedida me deixou mal por alguns momentos
mas agora enxergo que não preciso ficar assim
mesmo sendo de fato uma despedida.. foi diferente
diferente como nossa amizade sempre foi...
Mesmo diante de toda a mudança que vem disso
No final estávamos ali juntos, não nos separamos por desavenças e nem nada assim
apenas chegamos num ponto onde nossos objetivos se separaram
e mesmo quando percebemos isso, e decidimos seguir nossos caminhos...
deicidimos juntos... como sempre foi... Nós contra o mundo
Fico feliz por ver isso... nossa amizade foi forte o suficiente
Pra passar por tudo o que passamos
por tudo o que escondemos de nós mesmos
por todas as perdas no meio do caminho
e no fim... ainda estarmos juntos... Nós seis!
Já tivemos jantas com acontecimento indescritíveis
já tivemos jantas com revelações incríveis
já tivemos jantas só para relembrar antigas jantas
Mas essa foi diferente...
Não nos prendemos no passado, algo que de certa forma é bom
mas também não idelizamos um futuro juntos...
Todos os comentários eram de um futuro intrigante
onde não estávamos incluídos um no futuro dos outros
Estranho ver uma falando de uma nova perspectiva fora do brasil
Outra falando tão feliz sobre como seu atual relacionamento, de como acha que agora tudo vai se ajeitar.
Um falando de sua virada na vida, novo emprego, nova vida
e outro falando do início de um possível novo relacionamento
Talvez pela primeira vez em 20 anos, sem ligação entre as diferentes coisas
Mas no final de tudo, por mais que fisicamente estivéssemos em quatro
todos seguiam sentindo o mesmo... eram seis naquela mesa
seis pessoas que passaram juntos por 20 anos de vida
vivendo tudo de bom e tudo de ruim que a vida nos trouxe... juntos
amigos que não se encontram em qualquer esquina
Todo esse ar de despedida me deixou mal por alguns momentos
mas agora enxergo que não preciso ficar assim
mesmo sendo de fato uma despedida.. foi diferente
diferente como nossa amizade sempre foi...
Mesmo diante de toda a mudança que vem disso
No final estávamos ali juntos, não nos separamos por desavenças e nem nada assim
apenas chegamos num ponto onde nossos objetivos se separaram
e mesmo quando percebemos isso, e decidimos seguir nossos caminhos...
deicidimos juntos... como sempre foi... Nós contra o mundo
Fico feliz por ver isso... nossa amizade foi forte o suficiente
Pra passar por tudo o que passamos
por tudo o que escondemos de nós mesmos
por todas as perdas no meio do caminho
e no fim... ainda estarmos juntos... Nós seis!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Just for you
Achei que não era só isso, mas errei
Achei que mesmo não sendo o que esperava algo ali existia, mas errei
Achei que talvez o tempo resolvesse todos os problemas por si só, mas errei
Achei que poderia passar por cima das coisas horríveis que fizeste, mas mais uma vez errei.
Tu não mereces que eu fique assim por ti, mas não consigo não ficar
Não mereces que meu pensamento passe por ti, mas não consigo desviá-lo
Não mereces minha atenção, mas não consigo negá-la
Não mereces meu amor, mas ele é único e exclusivamente teu.
Talvez um dia tudo passe
Talvez um dia tu não passes de uma lembrança
Talvez um dia sentado no sol do inverno eu reflita e pense como pude agüentar todo o teu desprezo
Talvez um dia simplesmente a minha mente delete tua existência.
Até lá fico aqui,
Ouvindo tua voz ela você já não mais fala
Vendo teu rosto onde ele já não mais faz moradia
Sentindo tua mão por onde ela já não mais passa
Vivendo um amor onde ele já não mais vive, e sim jaz
Jaz aqui no meu coração que um dia bateu.
Aqui onde criei uma ilusão por capricho
Aqui onde um dia pensei existir um amor
Aqui onde conseguiste ferir eternamente.
Achei que mesmo não sendo o que esperava algo ali existia, mas errei
Achei que talvez o tempo resolvesse todos os problemas por si só, mas errei
Achei que poderia passar por cima das coisas horríveis que fizeste, mas mais uma vez errei.
Tu não mereces que eu fique assim por ti, mas não consigo não ficar
Não mereces que meu pensamento passe por ti, mas não consigo desviá-lo
Não mereces minha atenção, mas não consigo negá-la
Não mereces meu amor, mas ele é único e exclusivamente teu.
Talvez um dia tudo passe
Talvez um dia tu não passes de uma lembrança
Talvez um dia sentado no sol do inverno eu reflita e pense como pude agüentar todo o teu desprezo
Talvez um dia simplesmente a minha mente delete tua existência.
Até lá fico aqui,
Ouvindo tua voz ela você já não mais fala
Vendo teu rosto onde ele já não mais faz moradia
Sentindo tua mão por onde ela já não mais passa
Vivendo um amor onde ele já não mais vive, e sim jaz
Jaz aqui no meu coração que um dia bateu.
Aqui onde criei uma ilusão por capricho
Aqui onde um dia pensei existir um amor
Aqui onde conseguiste ferir eternamente.
Defying gravity
Something has changed within me
Something is not the same
I'm through with playing by the rules
Of someone else's game
Too late for second-guessing
Too late to go back to sleep
It's time to trust my instincts
Close my eyes: and leap!
It's time to try
Defying gravity
I think I'll try
Defying gravity
Kiss me goodbye
I am defying gravity
And you wont bring me down!
I'm through accepting limits
''cause someone says they're so
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!
Too long I've been afraid of
Losing love I guess I've lost
Well, if that's love
It comes at much too high a cost!
I'd sooner by
Defying gravity
Kiss me goodbye
I'm defying gravity
I think I'll try
Defying gravity
And you wont bring me down!
Glee cast...
Something is not the same
I'm through with playing by the rules
Of someone else's game
Too late for second-guessing
Too late to go back to sleep
It's time to trust my instincts
Close my eyes: and leap!
It's time to try
Defying gravity
I think I'll try
Defying gravity
Kiss me goodbye
I am defying gravity
And you wont bring me down!
I'm through accepting limits
''cause someone says they're so
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!
Too long I've been afraid of
Losing love I guess I've lost
Well, if that's love
It comes at much too high a cost!
I'd sooner by
Defying gravity
Kiss me goodbye
I'm defying gravity
I think I'll try
Defying gravity
And you wont bring me down!
Glee cast...
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Lembranças
Lembranças!!!
Certas vezes acho que nossa memória é quase como uma página da internet, vamos a um endereço específico, buscar por algo e, de repente surgem os pop-ups...
Ohh “linkizinhos mágicos chatos” eles fazem com que essa simples passagem pelo passado se torne uma longa caminhada pelas lembranças mais remotas que a gente nem sonhava que seria capaz de armazenar.
E como em uma busca mal definida no Google, surgem todos os tópicos, mesmo remotamente, relacionados em uma página que segundos atrás estava em branco, ainda usando a mesma metáfora, como no Google, se aproveita pouquíssimos desses links, porém é impossível filtrá-los sem olhar todos.
Ai de uma simples lembrança de um sorriso doce, surge também o gosto amargo de uma lágrima que você nem mais lembrava ter deixado cair...
Dizem que é bom manter certas lembranças, pois elas nos lembrarão de como não cometer os mesmos erros no futuro.
Mas passando por todos esses links, redirecionamentos de página, pop-ups e outros recursos que a mente insiste em me pregar, insisto.
Preciso de um bloqueador de pop-ups e um firewall mais eficaz, não no meu PC... Mas sim no meu cérebro!
*Ício*
Certas vezes acho que nossa memória é quase como uma página da internet, vamos a um endereço específico, buscar por algo e, de repente surgem os pop-ups...
Ohh “linkizinhos mágicos chatos” eles fazem com que essa simples passagem pelo passado se torne uma longa caminhada pelas lembranças mais remotas que a gente nem sonhava que seria capaz de armazenar.
E como em uma busca mal definida no Google, surgem todos os tópicos, mesmo remotamente, relacionados em uma página que segundos atrás estava em branco, ainda usando a mesma metáfora, como no Google, se aproveita pouquíssimos desses links, porém é impossível filtrá-los sem olhar todos.
Ai de uma simples lembrança de um sorriso doce, surge também o gosto amargo de uma lágrima que você nem mais lembrava ter deixado cair...
Dizem que é bom manter certas lembranças, pois elas nos lembrarão de como não cometer os mesmos erros no futuro.
Mas passando por todos esses links, redirecionamentos de página, pop-ups e outros recursos que a mente insiste em me pregar, insisto.
Preciso de um bloqueador de pop-ups e um firewall mais eficaz, não no meu PC... Mas sim no meu cérebro!
*Ício*
Sou..
Sou *Ício* pra muitos,
Mau para poucos, porém não menos importantes,
Mauri para outros tantos,
Uma pessoa divertida na maior parte do tempo,
Porém com alguns momentos fossa pra lembrar que a vida também tem seus espinhos,
Mau humorado de manhã,
Humor negro à tarde,
Dependendo de como tenha sido o dia bem humorado à noite,
Nojento ao olhar de alguns,
Determinado ao olhar de outros,
Louco ao olhar da maioria,
Sou escorpionino assumido,
Show Bar inegável,
Romântico incontrolável,
Maniaco incotestável...
Mau para poucos, porém não menos importantes,
Mauri para outros tantos,
Uma pessoa divertida na maior parte do tempo,
Porém com alguns momentos fossa pra lembrar que a vida também tem seus espinhos,
Mau humorado de manhã,
Humor negro à tarde,
Dependendo de como tenha sido o dia bem humorado à noite,
Nojento ao olhar de alguns,
Determinado ao olhar de outros,
Louco ao olhar da maioria,
Sou escorpionino assumido,
Show Bar inegável,
Romântico incontrolável,
Maniaco incotestável...
terça-feira, 1 de junho de 2010
Art
Ainda dói acordar e ver o violão ali parado atrás da TV
Ainda dói escolher a cada dia uma roupa pra vestir
E ao abrir o armário, ali está a velha roupa de basquete
Dói saber que a minha eterna companhia já me aguarda em outro lugar
Por mais que eu saiba que um dia a gente vai se ver denovo
Dói não saber quando vai ser esse dia
Assim como dói ter um problema e não te ter como recurso
Mesmo que não conversássemos sobre nada.. me faz falta te ter por horas do lado sem falar uma palavra.
Acho q agora estou com o dever cumprido...
Fui forte por todos os que te importavam...
Só acho que me esqueci como ser forte por mim
E dessa vez não tenho vc pra me ajudar
Ainda dói escolher a cada dia uma roupa pra vestir
E ao abrir o armário, ali está a velha roupa de basquete
Dói saber que a minha eterna companhia já me aguarda em outro lugar
Por mais que eu saiba que um dia a gente vai se ver denovo
Dói não saber quando vai ser esse dia
Assim como dói ter um problema e não te ter como recurso
Mesmo que não conversássemos sobre nada.. me faz falta te ter por horas do lado sem falar uma palavra.
Acho q agora estou com o dever cumprido...
Fui forte por todos os que te importavam...
Só acho que me esqueci como ser forte por mim
E dessa vez não tenho vc pra me ajudar
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